quarta-feira, 16 de maio de 2012

Ao acordar quero conviver com as lembranças de que eu vivi...
eu olhei pra todas as estradas,
me contive,
superei tragédias,
e desenterrei aquilo que eu não queria mais...
Me lembro como havia intensidade em algumas palavras,
pessoas me faziam entender a diferença de estar somente perto,
e de se entregar,
mais só hoje...
acordar pensando em viver...
Poetizar somente, recordando que a alma deve transbordar...
as viagens a alguns lugares até então desconhecidos me fizeram perceber
que o desespero derrota a alma...
Esses devaneios não quero mais,
imagens perturbando,
ruídos nos corredores da casa,
a musica, o blues...
O gosto agora é libertar sensações,
colorir...
sentar no bar e beber um cerveja sem hora, sem encontro marcado com minha fome, minha sede ..
enfim sem você.

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